Sinais do Tempo, Edição, marketing e Cultura, foi fundada em 1996 e tem como missão responder aos crescentes desafios de criação de conteúdos de qualidade, num contexto de crescimento exponencial dos meios e necessidades de comunicação diferenciadora de empresas, instituições e pessoas individuais.

A Sinais do Tempo, assenta a sua atividade em 2 eixos fundamentais:
Comunicação cultural e editorial
Comunicação de marketing

Comunicação cultural e editorial:
-Edição e comercialização de projetos próprios e de obras de autor;
-Serviços de consultoria e desenvolvimento de Projetos Culturais e Editoriais para empresas e instituições (em suporte papel ou áudio visual), como Livros de Prestígio, Documentos de Investigação; ExposiçõesTemáticas, Ofertas Especiais Culturais e Artísticas...

Comunicação de marketing:
-Serviços de criação de conteúdos (copy writing e copy desk) de apoio às empresas na sua comunicação corrente, relativa a produtos ou serviços: Revistas e Jornais de Empresa, Brochuras, Folhetos, Websites, Vídeos; Apresentações Institucionais e Comerciais, Campanhas promocionais...

Parcerias:
Para além dos seus próprios redactores, a Sinais do Tempo recorre a diferentes parceiros, de acordo com a natureza do projeto. Sendo associada de uma empresa de design, a Plenimagem, com uma longa tradição no mercado, pode optimizar a resposta ao cliente, oferecendo um serviço completo de qualquer projeto comunicacional, desde a ideia inicial até à tradução, passando pela investigação, redacção, fotografia, design e produção.

DESTAQUES

EXPOSIÇÃO SILÊNCIOS

A Fotografia é para Adão Moreira, diretor da Sinais do Tempo, uma paixão que pratica apenas nas margens do tempo que a intensa atividade profissional lhe permite.

Na Exposição intitulada Silêncio(s), que apresentou em Junho, na cidade do Porto, a convite da Associação Cultural “A Cadeira de Van Gogh”, trouxe a público algumas imagens de uma temática que lhe é cara: a busca do silêncio e da quietude, como lugares para o encontro do homem com a Natureza e consigo próprio.

Apresentamos apenas algumas das fotografias da exposição, impressas em Durst Lambda e iniciadas com o seguinte texto do autor, que reproduzimos:

SILÊNCIO(S)
Procuras silêncios:
silêncios brumais, subtis, indecifráveis;
silêncios luminosos, límpidos, a perder de vista...
Procuras o silêncio e talvez ouças tudo:
rumores de barcos e de raízes,
sussurros de espelhos e de vozes,
mistérios da aurora e do crepúsculo.
Procuras os silêncios que iluminam
a perfeição do instante:
a suave respiração do céu sobre as águas,
a íntima vibração do corpo na noite que desce,
um fio de vento na estátua do esquecimento,
anjos perdidos na orla dos caminhos,
um alegre e distante chapinhar na infância.
Procuras o silêncio inclinado sobre o corpo da terra,
chave da quietude, tentativa de paraíso,
princípio e fim da criação.
Procuras o teu próprio silêncio.
Um silêncio inacessível.
Adão Moreira

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